onheci-a quando foi matricular o filho mais velho, recém chegada da Ucrânia.
O seu português já era muito perfeito mas o seu soma era muito mais!
Tinha as proporções de uma estátua grega, o rosto de uma pintura da Renascença, sugerindo as cores suaves da porcelana, do nácar e do aljôfar. Dos cabelos aos pés era como um tecido raro, de textura bem mais suave que a seda verdadeira do oriente.
Para descrever tal obra de arte, todas as mais belas palavras da Língua Portuguesa, são poucas e inadequadas para retratarem tanta beleza.
As nádegas proporcionadas e redondinhas, a cintura estreita, os ombros delicados, o peito um poema de métrica e melodia de acentuação heróica! As pernas esguias e incomensuráveis, torneadas como uma coluna jónica.
E continua por aí, insensível ao desejo que ainda me desperta.

2 comentários:
Gostei de passar por aqui...
Abraço
Paulo
Uma estreia, por estas paragens, que só agora descobri... e gostei. Há-de haver por essses sótãos muitas histórietas deste quilate para contar e espero que "vomite" tudo.
E da ucraniana também... que devia ser boa "comó milho".
Parabéns por mais este espaço e um abraço.
Enviar um comentário